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Taques ouve setor de base florestal sobre redução do desmatamento

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Em reunião com o governador Pedro Taques e entidades envolvidas nas metas para a Conferência Mundial do Clima – COP 21, o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) – que vem participando desde a criação do Comitê “Produzir, conservar e incluir” -, propôs saídas para o cumprimento da proposta de zerar desmatamento até 2020.

Na ocasião, Valdinei Bento dos Santos, diretor executivo do Cipem destacou que a forma mais eficaz de conter o desmatamento é aumentar áreas de manejo florestal sustentável.
O diretor explica que – diferente do desmate – o manejo florestal sustável projeta forma a colher apenas árvores pré-analisadas e consideradas aptas para corte. Diante disso, a diversidade e a produtividade das árvores são respeitadas, mantendo a floresta ainda mais produtiva e saudável.

“O manejo florestal sustentável é a única forma de zerar o desmatamento em MT. Temos a expectativa de crescimento e, com o plano de desenvolvimento florestal sustentável, o apoio e fomento do Governo e a continuidade de ações que já iniciamos em 2015 conseguiremos avançar”, comenta.

Bento explica ainda que uma das grandes contribuições para a COP 21, está na cadeia de custódia do setor florestal. “Importante iniciar o processo de cadeia de custódia onde poderemos atestar a origem e qualidade da madeira. Assim não restarão dúvidas de que os produtos oriundos do manejo florestal sustentável respeitam legislações vigentes e contribuem para a expansão do comércio, garantindo ainda, o fim do desmatamento como proposto na meta”.

Pedro Taques agradeceu a presença e participação do Cipem no comitê e salientou a força da união entre governo e entidades. “Temos que afastar a dicotomia entre público, privado e setores produtivos. Não vejo razão para divergirmos se temos interesses em comum. Não tem como a sociedade ficar de fora das políticas públicas, pois as mesmas estão englobadas. Temos que caminhar lado a lado”.

Meta MT

Na conferência em Paris o governo assumiu a meta de reduzir o aquecimento global em relação ao ambiente. O objetivo é reduzir a emissão de gás carbônico em até seis giga toneladas até 2030, acabar com o desmatamento ilegal em Mato Grosso até 2020 e recuperar 2,9 milhões de hectares de áreas de preservação permanente e reservas legais.
Durante encontro, Ana Luiza Peterlini, líder da pasta Secretaria de Meio Ambiente (Sema), lembrou que a meta do Estado é reduzir até 2020, entretanto, os trabalhos poderão se estender até 2030. “Nossa meta é ambiciosa, porém sabemos que com as parcerias das entidades envolvidas no Comitê conseguiremos “Produzir, conservar e incluir” até 2030, com muito sucesso e crescimento para todos”, ressalta Peterlini.


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