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Superação e compromisso são as marcas do setor de base florestal de Mato Grosso


Dois mil e dezoito foi um ano de superar desafios e criar oportunidades. Para o setor de base florestal, este foi uma no marcado pelo enfrentamento de um cenário de crise no mercado interno e de busca por novos mercados no exterior. Para que isso se tornasse possível, foi necessário olhar para o futuro no sentido de buscar inovação, tanto para os produtos florestais quanto para as práticas industriais.

Neste cenário, destacamos como conquistas a participação dos empresários mato-grossenses em feiras internacionais, como a Carrefour Bu Bois, em Nantes-FR, e a ForMóbile, em São Paulo. Além disso, também aconteceu a participação no encontro anual do Conselho Internacional das Madeiras Tropicais (ITTO), no Japão. Todo esse investimento resultou em novos negócios e na consolidação de Mato Grosso como um estado produtor de madeira nativa de qualidade com origem sustentável.

Aos poucos estamos conseguindo vencer as barreiras para ter mais áreas de florestas nativas conservadas através do manejo. Em 2018, atingimos 3,4 milhões de hectares, caminhando para alcançarmos a meta prevista de chegar a 6 milhões de hectares em 2030.

Em 2019, vamos entrar em nova etapa, onde a visão da madeira nativa como produto sustentável será consolidada com a implementação da cadeia de custódia, que comprovará a legalidade dos produtos. Com isso, a comercialização de madeira nativa, tanto no mercado interno quanto no externo, deverá aumentar no próximo ano.

Contudo, não basta produzir bem e em escala. É preciso garantir a participação mato-grossense nesses novos mercados. Por isso, o Cipem, com apoio dos sindicados, continuará investindo na busca por novas tecnologias, que agreguem valor aos produtos e estimulem o desenvolvimento do setor florestal. Ao mesmo tempo, estamos atentos ao processo de renovação política em vigor no país, empreendendo os esforços necessários para que o setor tenha as demandas atendidas e para que não haja retrocessos e insegurança jurídica.

Para isso, é fundamental o trabalho de base feito pelos sindicatos, que têm um diálogo direto com os empresários, recebendo e encaminhando as demandas. Por outro lado, também são importantes as relações de parceria e a representação em espaços políticos e de diálogo, como têm sido estabelecidas em Brasília.

Já conseguimos mostrar a força do setor florestal, formada por empresários sérios e comprometidos com o desenvolvimento de suas regiões, tanto do ponto de vista econômico, quanto social. Conseguimos credibilidade, através da organização e da representatividade em escalas estadual e nacional. Temos um catálogo de produtos variados para uma atender uma diversidade de mercados. E, assumimos, legalmente, o compromisso com a conservação das florestas e de suas riquezas para as gerações futuras através do averbamento dos ativos.

Considerando todos esses fatores, podemos afirmar que o setor de base florestal trabalha para contribuir com o desenvolvimento e a prosperidade do estado de Mato Grosso.

Rafael Mason – presidente do Cipem


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