• Av. Historiador Rubens de Mendonça, 4193, Centro Político.
  • (65) 3644-3666

Setor de Base Florestal de Mato Grosso desperta interesse em acadêmicos do IES-MT


O presidente do Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso – Sindinorte, Sindicato filiado ao Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso – Cipem, Sr. Claudinei Melo de Freitas, atualizou nesta última quinta feira (01) alunos do curso de Administração do Instituto de Ensino Superior de Mato Grosso – IESMT sobre a situação econômica e ambiental do Setor de Base Florestal de Mato Grosso á.

Ás acadêmicas Hediany Alves de Freitas do Nascimento e Micheli Elizangela de Oliveira Magalhães, foram as representantes da turma que compareceram para o diálogo com o presidente. O objetivo principal dos questionamentos das alunas era compreender como está a situação econômica e ambiental do setor em relação ao aproveitamento da madeira curta para aproveitamento na construção civil.

De acordo com o presidente no diálogo foram apresentados gráficos que mostram que Mato Grosso tem um alto potencial de mercado e está à frente com tecnologias, porém, há um impeditivo ocasionado pela publicação da Instrução Normativa 21/2014, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, pois, inviabiliza totalmente o processo, sem previsão de parâmetros que fomentem a comercialização dessas madeiras.

“Mato Grosso tem um grande potencial para comercializar das madeiras curtas, existe mercado para isso como os que fabricam grades de cama e paletes entres outros incluindo a construção civil, no entanto há uma dificuldade, pois a IN21 inviabiliza o processo uma vez que a normativa não compreende que madeira curta, comercialmente falando, seja peças com até 1,90 metros no comprimento, para a IN, madeira curta é aquela cujo comprimento seja de no máximo 80 cm. Hoje aproveitamos toda a matéria prima, até mesmo o cavaco e as indústrias estão atentas, pois aqueles que não compreenderem que precisam aproveitar mais a madeira, provavelmente não conseguiram sobreviver no ramo” comenta Claudinei.

O presidente explica ainda que o Sindinorte busca junto ao Cipem alternativas para que a IN21 seja ajustada, compreendendo que madeira curta deve ser considerada até 1,90 metros e que com essa mudança toda a comercialização hoje visada pelos madeireiros trará benéficos ao Estado, pois produzirá mais produtos com menos matéria prima e isso é benéfico não apenas para o empresário do ramo como para todo o setor e principalmente para a correta manutenção das florestas nativas.

“Se a IN21 se atentar para este item nos do setor de base florestal ganharemos um impulso importante para a economia de Mato Grosso”, finaliza.


Ultimas Notícias Relacionadas

  • Cipem fortalece o associativismo na região Norte

    Hugo Fernandes | 13 de janeiro de 2020

    Leia Agora
  • Cipem entra em recesso de final de ano

    Hugo Fernandes | 19 de dezembro de 2019

    Leia Agora
  • Dorval assume a presidência do Sindilam até 2022

    Hugo Fernandes | 10 de dezembro de 2019

    Leia Agora
  • Cipem participa do maior evento de madeira tropical do mundo

    Hugo Fernandes | 9 de dezembro de 2019

    Leia Agora
  • Cipem apresenta os desafios do setor em Curitiba

    Hugo Fernandes | 4 de dezembro de 2019

    Leia Agora
  • Setor de base florestal trabalha para reduzir a insegurança jurídica

    Hugo Fernandes | 3 de dezembro de 2019

    Leia Agora