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NOTA DE REPÚDIO

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O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM) vem, por meio desta nota, manifestar seu total repúdio à matéria publicada no veículo de comunicação Gazeta Digital, no dia 24 de setembro de 2019 intitulado “Projeto que afrouxa regras ambientais é aprovado pela CCJ”.

O conteúdo, além de sensacionalista, dissemina um conteúdo pobre de argumentos e contribui com a desinformação, ao afirmar que o regramento ambiental em Mato Grosso está sendo “afrouxado”.

Mato Grosso é reconhecido nacional e internacionalmente como um “Estado-Modelo” pela organização dos setores produtivos e sistemas de controle.

A liberação do corte do “pequizeiro” em áreas da Floresta Amazônica pertencentes ao Estado, ocorreu para:

– Cumprimento do correto alinhamento com normas federais, visto que existe hierarquia legislativa a ser seguida;

– Embasamento científico que assegura que esta espécie é de grande abundância em suas áreas endêmicas;

– que o manejo sustentável assegure sua perpetuação;

– correção da redação da norma técnica: ao ser editada ficou determinada “por região” e deveria ter sido editada “por bioma” visto que os biomas não seguem as determinações territoriais convencionais.

O “pequizeiro” de nome científico Caryocar, divide-se em vários tipos de espécies. O “pequizeiro” atualmente autorizado para comercialização NÃO é o mesmo responsável pelo comércio do fruto “pequi” bastante consumido na culinária da região há gerações.

O setor produtivo florestal, que tem como seu carro-chefe o manejo sustentável de florestas, se consolidou como a alternativa mais eficaz de assegurar a manutenção das florestas de pé. Entes que tentam contradizer esta verdade demonstram falta de compromisso com a verdade, além de sugerir duas situações: a primeira é um imenso atestado de despreparo e incultura, e a segunda de estar sendo guiado por outros interesses, agradando a um público específico, e massificando uma imagem deturpada da atividade.

Neste segundo caso, a atitude é ainda mais obscura, por interferir negativamente na aprovação de leis e atos que fomentem a economia ambiental de forma racional que é, como a maioria sabe, a melhor ferramenta para conservar as florestas.

Outro ponto da total ignorância reside no cálculo inadequado de que a alteração de 12 mil m³ de toras para 49,5 mil m³ aumentará os índices de desmatamento, quando na realidade, o quantitativo de consumo anual de matéria-prima de uma empresa apresentado em NADA contribui para o aumento do desmatamento, haja visto que as indústrias utilizam toras de PMFS’s, ou seja, oriundas de um estudo realizado por profissionais de engenharia florestal, e aprovado pelos órgãos ambientais competentes, demonstrando a origem SUSTENTÁVEL do produto primário que abastecerá sua produção.

Há que se considerar ainda que são manejadas somente árvores em abundância na floresta, seguindo legislação específica e que, a colheita de toras por meio de PMFS’s é minuciosamente calculada e previamente aprovada por órgãos ambientais. A colheita, industrialização e comercialização segue ainda uma cadeia de processos eletrônicos que acompanham cada fase de cada árvore.  Dotado de estatísticas reais, o setor de base florestal de Mato Grosso elenca números como 3,7 milhões de hectares de florestas manejadas sustentavelmente, conforme dados da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA-MT), com planejamento para alcançar 6 milhões em 2030. Outra característica notável da aplicação deste procedimento no manuseio das florestas é que não há episódios de queimadas florestais nestas áreas.

 

Mais uma vez, a prova de que a SUSTENTABILIDADE é realidade indiscutível na cadeia produtiva da madeira de Mato Grosso, reforçando o conceito nacional e internacional de “Estado-modelo” na conservação de florestas.

 

Maiores informações podem ser encontradas em canais seguros de informação a respeito do tema, dentre eles: www.cipem.org.br

 

Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras

de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM)


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