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Diretoria debate soluções à crise da BR-174 e avanços no SISFLORA 2.0


 

Em assembleia realizada no último dia 12 de fevereiro, a diretoria do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) discutiu a grave situação e a busca por soluções à crise vivida pelo setor de base florestal, na região Noroeste. O problema teve início em janeiro deste ano, quando o Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT) decidiu proibir o tráfego de veículos com cargas acima de 48,5 toneladas, num trecho de mais de 200 km da BR-174.

O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso (Simno), Paulo Veronese, revelou a insatisfação dos associados com a situação e a necessidade de buscar uma solução urgente para o problema. “Agradeço ao Cipem, ao Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF) e Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) pelo esforço, atuando politicamente junto ao órgão tanto na Superintendência em Mato Grosso e em Brasília”.

Sendo assim, uma nova estratégia de ação foi colocada em pauta, definida e aprovada pelos representantes da diretoria. A Portaria 139/2020 do DNIT limitou o transporte de cargas na rodovia no trecho que liga os municípios de Castanheira, Juruena e Colniza, nos quilômetros 825 a 1.188. A estimativa do setor é de que a decisão representou o aumento nos custos do frete em aproximadamente 30%.

Outro assunto que fez parte da pauta foi a implantação do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (SISFLORA 2.0). O diretor executivo do Cipem, Valdinei Bento dos Santos, informou que já houve uma primeira rodada de testes, tanto para usuários externos quanto equipe Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Mas, de acordo com ele, foram identificados diversos problemas, que necessitam de correções, além das alterações já solicitadas em 2016 e 2017.

“Entre eles está o tempo de janela sem uso do sistema muito curto. Mal dá para inserir as informações para gerar uma Guia Florestal, que a janela rapidamente é desabilitada. Outro problema apontado é a questão do banco de dados das espécies que divergem entre estado e federal. Estamos acompanhando os ajustes de perto. E esperamos que isso seja concluído ainda neste ano”, concluiu Valdinei.


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