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Cipem apresenta os desafios do setor em Curitiba


 

O setor produtivo da madeira nativa com base no manejo florestal sustentável ainda enfrenta inúmeros desafios. E foi para falar sobre alguns deles que o vice-presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Ednei Blasius, participou do seminário ‘Desafios do Setor Florestal e Oportunidades de Pesquisa e Inovação’, realizado em Curitiba (PR) na última semana.

Promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Floresta -, entre os dias 25 e 27 de novembro, o Seminário reuniu representantes do segmento e estudiosos do tema de todo o país. Ednei apresentou dados setor de base florestal em Mato Grosso, cuja estrutura é constituída por mais de 1 mil empreendimentos industriais e comerciais e aproximadamente 5 mil produtores.

O estado possui mais de 3,7 milhões de hectares de áreas de manejo florestal, com previsão de ampliar sua área manejada para 6 milhões de hectares até 2030. A atividade representa a principal matriz econômica de 44 municípios. “Somos um estado pujante. E o manejo florestal é o caminho para desenvolvimento sustentável, com equilíbrio entre produção e conservação”.

Integrante do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), Blasius apresentou as 20 espécies mais comercializadas em Mato Grosso em 2018. Também ressaltou a importância do trabalho realizado em conjunto com a Embrapa Floresta, como o estudo para a definição do diâmetro considerado ideal para o corte das principais espécies madeireiras utilizadas comercialmente pelo manejo.

Ednei mencionou outro estudo que vem sendo realizado, visando identificar o padrão de crescimento das espécies madeireiras de interesses comerciais, além de indicar outras demandas, como de análises do ciclo de corte, avaliação da capacidade de recuperação das florestas em contraposição aos ciclos de colheita.

Outra demanda do Fórum Nacional que foi apresentada por Ednei durante sua apresentação foi a da necessidade de um estudo mais aprofundado das espécies consideradas vulneráveis compreendendo todos os estados da Amazônia Legal, assim como de novos modelos de manejo florestal.

O pesquisador da Embrapa Florestas, Evaldo Braz, considera a proposta de estudo de novos modelos de manejos florestais bastante pertinente. “Queremos contribuir com esse debate e alterar a legislação para ampliar o leque de possibilidades do manejo”, sinalizou o doutor em Engenharia Florestal pela UFSM, ao enaltecer a participação da entidade no seminário.


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