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Brustolin considera reavaliar competitividade da indústria e promete respostas em uma semana


Uma comitiva formada por presidentes de sindicatos patronais madeireiros, liderada pelo presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso  (Cipem), José Eduardo Pinto e pelo presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, reuniu-se na tarde desta quinta-feira, 22, com o secretário estadual, Paulo Brustolin da Secretaria de Estado e Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) e o secretário-adjunto da Receita Pública (SARP), Adilson Garcia Rúbio. Na pauta: questões tributárias que engessam a indústria madeireira causando perda de concorrência com outros Estados. O condutor da Sefaz se comprometeu a pesquisar modelos para reverter o quadro e devolver a competitividade do segmento industrial florestal.

Ele destacou ainda que no encontro os representantes sindicais lhe apresentaram exemplos práticos do que tem engessado a indústria. Para ele estes indicadores permitem ao governo tomar decisões acertadas que possam melhorar o desempenho da cadeia produtiva e buscar crescimento. “O governo almeja crescimento saudável e produtivo. Para isso vamos analisar as questões apresentadas e traremos respostas na próxima semana. Enfatizo que o que tiver ao alcance da Sefaz, faremos”, ressalta Brustolin.

Na lista de reivindicações dos representantes madeireiros: que não haja aumento da pauta da madeira em 2016; isenção do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab) para resíduos da madeira; isenção do ICMS do frete intermunicipal; análise sobre a má aplicação da Obrigação tributária Acessória, uma vez que as indústrias estão sendo penalizadas com multas pela falta de carimbo em Notas Fiscais (Problemas causados pela falta de sistemas em alguns postos fiscais); aumento do teto do Simples estadual para R$ 3,6 milhões.

Foram apresentados também os dados sobre os impactos sobre o setor de base florestal. “O excesso de impostos nos impede de competirmos com outros Estados. Uma única carga de madeira de MT pode ser até R$ 3,6 mil mais cara que a de outros estados com os quais concorremos, fazendo com que deixemos de vender e, o Estado, de arrecadar. Se continuarmos com os índices atuais, metade das empresas madeireiras tendem a fechar no próximo ano por falta de incentivos fiscais e governamentais”, explica Eduardo.

Milan disse aos secretários que o atual teto do Simples engessa o segmento.

Já o presidente do Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte do Mato Grosso, Claudinei Melo Freitas, observou que: “Se o teto do Simples subir para 3,6 milhões, otimiza o crescimento gerando emprego e renda. Produziremos mais e a arrecadação evolui, o que resulta em serviços. Hoje não podemos beneficiar a madeira dentro de Mato Grosso e sabendo dessa deficiência tributária os outros Estados estão comprando nossas madeiras brutas e beneficiando-as.”


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